Monthly Archives: junho 2014

OUC Nova BH

O prefeito socialista insiste em dizer que esta Operação Urbana Consorciada Nova BH vai sair! Na lógica das parcerias público-privadas como a Noa Luz e a Nova Recife, esta operação urbana Nova BH tem sido investigada por uma série de suspeitas de improbidade administrativa e beneficiamento das empreiteiras Andrade Gutierrez, Odebrecht e Barbosa Melo que formam um consórcio que pretende “administrar” 7 % do território do município por 20 anos. É a maior Operação Urbana do Brasil e será um golpe na democracia que propõe consolidação dos espaços públicos e não a sua privatização! A pergunta que não quer calar”porque é que o prefeito socialista e empresário associado ao PSDB quer reduzir a área de atuação logo para o local de maior interesse do mercado imobilário???!!! MP neles.

Falar de Nova Recife e Nova Luz…

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/lacerda-nova-bh-sera-dividida-e-tera-lancamento-em-etapas-1.249729

 

 

Viva o comum das resistências verdes multitudinárias! Viva o Parque Augusta!

 

parque augusta

Viva o comum das resistências verdes multitudinárias! Viva o Parque Augusta!

Por Natacha Rena*

O sistema conectado entre Estados e empresas do novo capitalismo pode ser também denominado Império. Diferente do capitalismo fordista, no qual a mais-valia era prioritariamente explorada do trabalho nas fábricas, atualmente, na era do capitalismo cognitivo, a expansão da exploração do capital se dá em todo o território, dentro e fora das fábricas, em toda a metrópole. Além disto, o tempo do trabalho envolvido na produção do capitalismo industrial referia-se ao tempo da jornada no qual o trabalhador estava nas fábricas. Atualmente, o tempo de expropriação do capitalismo pós-fordista imperial é todo o tempo de nossas vidas. A exploração da vida passa pela captura dos desejos e neste sentido todo um sistema simbólico abduz a subjetividade e nos torna trabalhadores e consumidores obedientes. Na sociedade contemporânea do capitalismo cognitivo, além de vermos configurar (via Estado-capital) a construção de sujeitos dóceis (próprios da sociedade disciplinar em que o controle incidia – e ainda incide – diretamente sobre os corpos), estamos imersos em práticas de controle mais sutis e flexíveis, uma tomada sobre a subjetividade que visa a captura do próprio desejo.

O Estado foi definitivamente tomado pelo capital, que agora atua de dentro dos processos políticos institucionais e por meio de mecanismos de gestão pública; são instrumentos urbanísticos neoliberalizantes que fazem parte, muitas vezes, do próprio Estatuto das Cidades e um dos exemplos é o instrumento denominado Operação Urbana Consorciada, uma espécie de Parceria Público Privada que determina as regras do jogo para o uso e a construção do espaço que pertence a um determinado território pré-definido para a utilização do instrumento urbanístico.

Mas mesmo quando não há o uso explícito destes instrumentos liberalizantes, a lógica das gestões das cidades contemporâneas, no mundo e visivelmente no Brasil dos últimos anos, seja nos governos de esquerda, seja nos governos de direita, é a lógica da cidade-empresa, da especulação imobiliária, da gentrificação (enobrecimento e expulsão dos pobres que não conseguem viver mais nas áreas valorizadas), das políticas de revitalização (substituindo vidas pobres por vidas ricas e turismo), das intervenções utilizando equipamentos culturais (museus, bibliotecas, salas de música e afins). Estas lógicas encabeçam o eixo da gentrificação de grandes regiões, principalmente nos centros das cidades que já detêm meios de transporte e serviços abundantes. Portanto, é utilizando o discurso da arte e da cultura, da melhoria do espaço, do embelezamento e da segurança que o Estado-mercado avança por toda a cidade expropriando os bens comuns. O verde urbano tem sido talvez o bem mais exposto à ameaças do mercado imobiliário.

Em todo o mundo, vide Parque Gezi em Istanbul, Gamonal na Espanha, Fica Ficus em BH, Parque Cocó em Fortaleza ou Parque Augusta em São Paulo, vemos surgir uma multidão de singularidades e grupos artísticos, de ativistas, moradores locais e vizinhos, pop de rua e comerciantes interessados em recuperar o debate político sobre a cidade e a construção, com ação direta, do ambiente que pertence às suas vidas cotidianas. A democracia representativa já não mais representa o cidadão comum e vem deixando de lado os interesses de todos para garantir o interesse do mercado que financia o Estado e suas campanhas políticas que garantem a permanência de grupos no poder. Contudo, a sociedade se rebela, e faz isto atualmente, em grande parte, resistindo coletivamente por meio de redes conectadas globalmente, nacionalmente e localmente. O espírito de multidão que encara o Império de frente e exige democracia real e o direito de ter os seus bens comuns administrados autonomamente. Estas novas organizações ativistas trazem a frescura da coleção subjetiva das diferenças e a pauta ampliada para além do direito ao verde urbano. O mais interessante é que estes movimentos são horizontais, sem lideranças definidas, e possuem uma dinâmica de articulação, que, por ser rizomática, é impossível de cooptar. Vemos o Estado-capital na tentativa desesperada de se aproximar destes movimentos para capturar a sua dinâmica de máquina de guerra. A autonomia e a autogestão é tudo o que o Estado-capital não pode suportar. Há uma explícita tentativa de controlar os movimentos multitudinários, criando-se conselhos nos quais o Estado participa ativamente. Mas os movimentos que, desde 2013, não foram capturados pelo Estado-capital se fortaleceram e ganharam redes e ruas e, principalmente, apoio popular.

A construção da subjetividade via mecanismos oficiais do poder imperial (grandes mídias) já não convence mais a sociedade com tanta facilidade, e assistimos a uma ampliação dos campos de luta pela construção do comum, seja nas ruas, seja nas redes. Não se trata somente do território verde dos parques e praças, mas também da exigência de função social para a propriedade. Pode-se detectar essa demanda nos movimentos pro habitação como o MTST; a força política dos movimentos pela mobilidade como o MPL ou o Tarifa Zero; a força estética e afetiva dos movimentos de ocupas culturais que se proliferam pelo país como o Espaço Comum Luiz Estrela em BH ou a Casa Amarela em SP. Abrindo um parênteses: muitos dizem que estes novos ocupas culturais são apenas novos squats (em modelo europeu) e espaços para jovens artistas viverem, mas sabemos que é um movimento muito maior que possui relações com o fim do esplendor do capitalismo neoliberal e a chegada de um novo mundo biopotente, mundo no qual o poder sobre a vida é substituído pelo poder da vida. Estes novos espaços do comum são habitados por jovens, crianças, artistas, ativistas, militantes de todas as ordens, idosos, comerciantes, gays, lésbicas, bis, trans, queers, e muitas outras categorias e gêneros que representam uma nova sociedade ativa e plural.

Fora da lógica dos movimentos viciados da esquerda clássica, que acredita na ideia unitária de povo, e fora da lógica do mercado que só pensa nos cidadãos como massa, a multidão é plural e atua no trabalho vivo e imaterial produzido em rede coletivamente e criativamente. Portanto, estancar a força motriz que move estes movimentos não vai ser tarefa fácil para o Estado-capital, já que o que os movem é o amor e o afeto e o próprio sentido ativo da vida. Portanto: viva a diferença incapturável da multidão e viva as resistências verdes urbanas conectadas globalmente! Viva Parque Gezi, Fica Ficus, Parque Augusta e todos os outros nós biopotentes ativando novas singularidades e construindo um novo mundo! Se queremos que esta luta seja realmente parte da construção de uma nova ontologia da multidão e da constituinte de uma nova democracia, seria bom pensarmos que a defesa por estes territórios devem passar fora da lógica do público (Estado) ou do privado (capital), ou seja, deve ser construído num espaço do comum, no qual quem decide o cotidiano de forma auto-gestionada é a própria população em exercício constante de democracia real.

Referências teóricas:

HARDT, M.; NEGRI, A. Multidão. Rio de Janeiro: Record, 2005.

HARDT, M., NEGRI, T; Commonwealth. Cambridge e Massachusets: The Belknap Press of HavardUniversity Press, 2009.

PELBART, P. P. Vida capital. Ensaios de biopolítica. Ed. Iluminuras: São Paulo. 2003.

* Professora da Escola de Arquitetura da UFMG, coordenadora do Grupo de Pesquisa do CNPQ Indisciplinar e ativista do Fica Ficus_BH.

http://www.parqueaugusta.cc/ja/revista-opa-0-1/

http://issuu.com/organismopa/docs/revistaopa.0.1

 

AÇÃO MULTITUDE #1: MAPEANDO O COMUM EM SÃO PAULO

AÇÃO MULTITUDE #1: MAPEANDO O COMUM EM SÃO PAULO

Inicia esta semana em SP o workshop Mapeando em SP.
Estão todos convidados para participar!

Com o objetivo de identificar iniciativas entre o comum urbano e as manifestações contemporâneas interconectadas, o workshop “Mapeando o Comum em São Paulo” pretende traçar coletivamente um mapa de São Paulo em que aponta ações que redefinem a noção de bem comum na cidade.
Dando continuidade ao projeto que nasceu em Atenas em 2010, seguiu para Istambul, depois para o Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a hipótese do comum, trabalha com a ideia de que, em nosso mundo atual, a produção da riqueza e a vida social dependem em grande medida da comunicação, da cooperação, dos afetos e da criatividade coletiva.
Por intermédio deste mapeamento, de discussões e da geração de vídeos e conteúdo visual, os participantes, juntamente com os orientadores, produzirão uma instalação, assinada coletivamente, que será apresentada na exposição Multitude com abertura prevista para o dia 27 de maio.

Inscrições pelo link:
http://www.sescsp.org.br/aulas/31231_MAPEANDO+O+COMUM+EM+SAO+PAULO

Para participar desta oficina os interessados devem enviar e-mail para oficinas@pompeia.sescsp.org.br até dia 16 DE ABRIL com uma breve carta de intenção descrevendo o motivo de interesse pela oficina e sucinta descrição da formação profissional. Atenção: o assunto/subject do e-mail deverá ser: WORKSHOP MAPEAMENTO. Os selecionados serão comunicados a partir do dia 17 DE ABRIL.

Orientadores:
Pablo de Soto é arquiteto pelo Real Instituto de Tecnologia de Estocolmo. Co-fundador da hackitectura.net e editor dos livros Fadaiat: libertad de conocimento, libertad de movimiento eSituation Room, diseñando un prototipo de sala de situación ciudadana e ainda coautor da cartografía crítica do território geopolítico do Estreito de Gibraltar, exposta internacionalmente. Atualmente faz doutorado na Escola de Comunicação da UFRJ e pesquisa sobre as implicações culturais e artísticas do desastre nuclear de Fukushima.

Natacha Rena é arquiteta, urbanista e designer, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Professora do Curso de Arquitetura da EAUFMG e líder do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR (CNPQ_UFMG).

Bernardo Gutiérrez é jornalista, escritor e pesquisador de rede. Fundador da FuturaMedia.netrealiza projetos, palestras e pesquisas ao redor dos espaços híbridos, espaços em rede, ética hacker, cultura livre e movimentos rede. Participa no grupo de pesquisa Global Revolution Research Network (GRRN) da Universitat Oberta de Catalunya (UOC) y no projeto FLOK Society (Quito).

Felipe Brait é produtor Cultural, artista plástico e curador independente. Desde 2001 trabalha com intervenções urbanas e projetos de investigação sobre o espaço público. Ligado a produção em trabalhos coletivos, desenvolve pesquisas e projetos relacionados a mídia, politicas de subjetividade e processos colaborativos. Foi fundador dos coletivos Radioatividade e EIA – Experiência Imersiva Ambiental e é membro da Frente 3 de Fevereiro e da plataforma Desislaciones.

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700 — com Pablo De Soto e outras 4 pessoas.10151332_620553161369517_7399700083323099189_n

MULTITUDE E REVOLUÇÃO GLOBAL: A EMERGÊNCIA DE NOVAS FORMAS DE PROTESTO

MULTITUDE E REVOLUÇÃO GLOBAL: A EMERGÊNCIA DE NOVAS FORMAS DE PROTESTO

O Grupo de Estudos MUNDO EM REDE da PUC-SP
receberá para palestra 
dia 23.04 o escritor Paolo Gerbaudo e a arquiteta/ativista Natacha Rena, 19h30, na sala 20 do Campus Consolação.

O tema será
Multitude e Revolução Global:
a emergência de novas formas de protesto

Paolo Gerbaudo, autor do livro Tweets and The Streets, vai apresentar os temas chave e conclusões de sua publicação. No texto, ele analisa a cultura dos novos movimentos de protesto do século 21. Da Primavera Árabe aos “indignados” na Espanha e o movimento Occupy, Gerbaudo examina as relações entre a ascensão das mídias sociais e a emergência de novas formas de protesto. Ele vai mostrar que o uso feitos pelos ativistas do Twitter e do Facebook não se encaixa na imagem do ciberespaço destacado da realidade física, mas que as mídias sociais são usadas como parte de um projeto de reapropriação do espaço público, que envolve a montagem de diferentes grupos ao redor de lugares “ocupados” com a Praça Tahir, no Cairo ou o Parque Zuccotti, em Nova Iorque. O livro Tweets and the Streets mostra tanto as possibilidades criativas quanto os riscos de evanescência política que as novas mídias trazem para as experiências contemporâneas de protesto.http://www.tweetsandthestreets.org/

Natacha Rena, colaboradora do Workshop Mapeando o Comum, vai propor uma arqueologia do conceito de Multidão, a partir de autores como Negri, Foucault e Hardt. Partindo de um contraponto histórico entre os formatos de massa e multidão, ela vai mostrar como os agrupamentos coletivos perdem a homogeneidade típica das formas mais antigas de aglomeração, passando contemporaneamente a funcionar de maneira menos hierárquica e sem líderes. Rena também vai relatar o andamento do Workshop Mapeando o Comum em São Paulo, realizado esta semana no SESC Pompéia com objetivo de identificar iniciativas entre o comum urbano e as manifestações contemporâneas interconectadas, traçando um mapa coletivo de São Paulo.http://www.sescsp.org.br/aulas/31231_MAPEANDO+O+COMUM+EM+SAO+PAULO

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Paolo Gerbaudo é um pesquisador interessado em novas mídias e cultura contemporânea no âmbito do atavismo global. Ele ensina Cultura Digital e Sociedade no King’s College London e trabalhou anteriormente na American University in Cairo.

Natacha Rena, é arquiteta, urbanista e designer, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Professora do Curso de Arquitetura da EAUFMG e líder do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR (CNPQ_UFMG).

http://contradiccoes.net/post/23-04-2014/1507529_10152105492730852_7951942806197875149_o

Palestra no VII Seminário da Diversidade Cultural

VII Seminário da Diversidade Cultural – 21 a 23/05Estão abertas as inscrições gratuitas para o VII Seminário da Diversidade Cultural que acontecerá no período de 21 a 23 de maio, no Memorial Minas Gerais Vale. Organizado desde 2005 pelo Observatório da Diversidade Cultural (ODC), o Seminário tem como objetivo discutir os temas ligados à diversidade – especialmente relacionados às políticas públicas e implementação da Convenção da UNESCO – assim como expandir e desenvolver abordagens transversais.

VII Seminário da Diversidade Cultural

Realização: ODC, Grupo de Pesquisa Diversidade Cultural e Midiática (CNPq) e Programa de Pós-graduação em Comunicação Puc Minas.

Patrocínio: Vale

Parceria: Programa multidisciplinar de pós-graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), Rede U-40 Brasil e Memorial Minas Gerais Vale.

Apoio: Instituto Itaú Cultural, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Ministério da Cultura e Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Mais informações no site ODC: http://migre.me/iXVrI

Eduardo de Jesus, Natacha Rena, Bruno Cava Rodrigues e Fábio Malini estarão em uma mesa no dia 22/05/2014: Movimentos, ocupações e ressignificações urbanas e digitais: pluralizando a cultura e a cidade. 

Todos convidados! 

Mediador: Eduardo de Jesus (Puc Minas)
Convidados:
Natacha Rena (UFMG)
Ocupar é resistir: redes culturais multitudinárias construindo uma política do comum; A potência viva da multidão nas redes e nas ruas, a construção de novas formas de ocupar a polis através de táticas estéticas e festas organizadas horizontalmente.
Bruno Cava (Universidade Nômade)
O ponto de vista da autonomia na nova subjetividade política em rede.
A riqueza das redes está nas disputas travadas continuamente. A questão da autonomia, da subjetivação e as formas de resistência “dentro e contra”.
Fábio Malini (UFEs)
O que fazer quando não há mais o que fazer?
Três redes de ação coletiva da internet/rua serão analisadas:#PareBeloMonte#SomosTodosGuaraniKaiowas e #GlobalWarming.

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Curadoria no Multitude _ Sesc Pompeia

O grupo de pesquisa Indisciplinar convida para a inauguração do evento “MULTITUDE: quando a arte se soma à multidão” no Sesc Pompéia no próximo dia 29 de junho.

Pesquisadores do Indisciplinar participam de diversas ações envolvendo confecção de textos, curadoria, workshops, participação em conferências e debates na arena.

“O conceito de multidão tem sido objeto de pesquisa por parte de Lucas Bambozzi que vem buscando projetos em afinidade com o tema desde a realização de sua instalação Multidão (2006) no Sesc Pinheiros. Versões distintas foram criadas para o Laboratório Arte Alameda na Cidade do México (2011), Favela Maré no Rio de Janeiro (2013) e Virada Cultural em São Paulo (2013) sempre considerando a pertinência da ações representadas com relação ao contexto local.

A partir das pesquisas desenvolvidas por Andrea Caruso Saturnino no campo das artes cênicas, o projeto Multitude foi alinhado em conexão com trabalhos de teatro e performance que se apresentam igualmente como potências da multidão. O eixo central da escritura cênica não estando mais calcado no protagonismo do texto dramático, abre espaços para a expressão de temas ligados ao cotidiano de múltiplas minorias e para o redimensionamento do lugar da representação.

A realização do projeto junto ao Sesc permitiu novas possibilidades de inserção de obras e viabilização de formas de expansão curatorial da exposição. Como forma de estender as referências iniciais a partir de áreas distintas, ao longo do desenvolvimento do projeto foi formada uma comissão curatorial que, além dos idealizadores, envolve os pesquisadores, artistas e pensadores Lucio Agra, Natacha Rena, Peter Pál Pelbart e Rodrigo Araújo.”

O site do projeto está no ar contendo diversos links – Arquivo comum, Mapeamentos, Glossário e#multitudepompeia – que estão em constante expansão e são resultado direto da colaboração da multidão ativa do projeto.

#multitudepompeia
@multitude2014

http://www.sescsp.org.br/multitude/

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